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Militantes LGBTs vandalizam igrejas e pedem que cristãos sejam crucificados, na Austrália

Várias igrejas na Austrália foram vandalizadas por militantes LGBTs. Tais conflitos estão se tornando cada vez mais frequentes no país, já que a região está para decidir se deve ou não legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com o The Christian Institute, duas igrejas em Melbourne foram pichadas. As pessoas que praticaram o vandalismo chamaram os cristãos, que defendem uma visão tradicional do casamento, de “fanáticos” e que deveriam ser “crucificados”.

Também foram desenhadas suásticas nas igrejas, fazendo menção ao nazismo e a Hitler.

Além desse vandalismo, uma mulher cristã que apoia uma visão tradicional do casamento recebeu ameaças de morte e outra perdeu seu emprego porque expressou sua oposição a mudar a definição de casamento.

A Austrália está atualmente realizando um referendo para saber se o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser legalizado. Os residentes australianos estão participando de uma pesquisa por correspondência sobre a questão que precisa ser completada até o dia 7 de novembro de 2017. Depois desse dia será definido a questão do casamento homossexual e a inclusão dos direitos legais entre casais do mesmo sexo.

O pastor David O’Brien, líder da Igreja Batista de Waverly, uma das igrejas que foram vandalizadas, disse que o incidente foi “perturbador e preocupante”. Já o pastor Drew Mellor da Igreja de Glen Waverley disse que as pichações deixaram os membros mais antigos preocupados com a segurança. Após o incidente, a igreja lançou uma longa declaração descrevendo sua crença em uma visão bíblica sobre o casamento, que é a união de um homem e uma mulher.

Monica Doumit da Coalition for Marriage (Austrália) acrescentou que “uma coisa que este processo revelou é que, apesar da retórica, os ativistas não acreditam em uma sociedade tolerante, onde as pessoas têm permissão para viver e deixar viver. Em vez disso, eles vão direcionar aqueles que não concordam com suas opiniões pelo boicote ou por algum outro tipo de punição”.

Fonte: Christian Headlines

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