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Deputado e pastor Marco Feliciano da entrevista exclusiva ao Portal Rede Atalaia A igreja tem que se posicionar, diz deputado Marco Feliciano, após debate.

No último dia (18) aconteceu na Assembleia legislativa de Palmas (TO) um debate intitulado “Atualidades da Política Brasileira: Ideologia de gênero, sexualidade, religião e aborto”. Promovido pelo Movimento Conservador do Tocantins, que contou com a participação do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC) e a psicóloga Marisa Lobo.

Também participaram do evento o deputado estadual Eli Borges (PMDB/TO), e o apóstolo Sérgio Paulo, da Igreja Internacional da Renovação (IIR) que atuou como mediador do debate. O líder do movimento Rodrigo Almeida, explica que o objetivo era fazer um “momento de debates e aprendizagem”.

Um dos assuntos abortados no debate foi a Educação de criança em gênero neutro, onde a psicóloga Marisa Lobo disse:

“É uma corrente pedagógica, que advoga que as crianças devem ser criadas sem simbologia, ou seja sem simbolizar sexo masculino ou feminino,de forma neutra, e que deixem que as crianças descubram o que elas querem ser, que gênero elas querem pertencer.Então na escola você começa a ensinar a criança que ela pode ser tanto o menino ou a menina, que isso independe do sexo dela.As crianças hoje já estão sendo criadas em muitas escolas no Brasil como gênero neutro. Tanto que com essa confusão de plano nacional de educação dos materiais didáticos dentro das escolas, o governo emitiu em nota, uma portaria que institui os banheiros neutros para crianças, esses banheiros são para as pessoas que se sentem diferentes. Onde permite que mulher que se sinta homem entre nos banheiros dos homens e homens que se sintam mulher entre nos banheiros das mulheres”.

Defensor de várias bandeiras conservadoras, Deputado Federal Marco Feliciano, em entrevista para o Portal Rede atalaia, comenta de que forma a igreja deve se posicionar concernente aos temas abordados no debate:

“A questão que hoje nós debatemos aqui, como ideologia de gênero, aborto e coisas mais, são coisas muito sérias que mexe com o ser humano, e a igreja precisa fazer sua parte”. Disse o deputado.

Por: Karol Linhares e Eduardo Vieira

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